16 março, 2016

Operadoras de TV por assinatura se unem em investida contra a Netflix


O Brasil é visto como um dos mercados em que a Netflix mais cresceu e é amplamente citado como um exemplo de sucesso pelos próprios executivos da multinacional. E isso, é claro, não deixa as operadoras de TV's pagas felizes.

Após terem perdido quase 1 milhão de assinantes entre 2014 e o fim de 2015, as operadoras estariam se unindo para acionar um megalobby em Brasília para pressionar o governo para aprovar certas medidas que visam prejudicar a Netflix.

As operadoras se uniram para atuar em várias frentes e propuseram uma série de medidas a serem estudadas pelos órgãos governamentais. Entre as medidas, estão:

1- A Ancine (Agência Nacional do Cinema) exigiria que a Netflix também pague a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional), uma taxa que cobra aproximadamente R$ 3.000 por cada filme no catálogo;

2- Obrigatoriedade de que 20% do conteúdo da Netflix seja de produções nacionais;

3- Todos os Estados da federação deveriam cobrar ICMs (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) das assinaturas. Ou seja: A cobrança seria feita diretamente para os clientes, aumentando o valor da mensalidade;

4- Uma taxa extra seria cobrada dos assinantes da Netflix toda vez que o cliente utilizasse streaming, com a justificativa de que o serviço consome muita banda larga.

A Netflix veio se firmando, nos últimos anos, como uma grande ameaça para os seus concorrentes, tanto por não divulgar os seus números de audiência quanto por fornecer muito mais conteúdo por um valor menor de assinatura.

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