Mostrando postagens com marcador Críticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Críticas. Mostrar todas as postagens
The End of the F***ing World retornou com sua segunda temporada na Netflix e logo no primeiro episódio um grande mistério da primeira temporada foi resolvido.

Reprodução/Netflix
Abaixo, você pode conferir a nossa impressão sobre os 8 novos episódios.

ATENÇÃO SPOILERS!



Ao final do episódio, tivemos a revelação de que James sobreviveu aos tiros que levou da polícia no final da primeira temporada. Mesmo assim, sobreviver não foi o fim dos problemas de James.

Os primeiros episódios do novo ano explicam o que aconteceu com James e Alyssa após os fatos da temporada anterior e introduz uma nova trama apresentando a personagem chave, Bonnie.

BONNIE

Bonnie tem o primeiro episódio dedicado a narrar sua história. Uma jovem que desde cedo encontrou dificuldades ser aceita, seja em casa, com uma vida regrada pela mãe, até a escola, onde é discriminada se tornando vítima de bullying.

Mas as coisas parecem mudar quando ela se apaixona pelo professor de filosofia na faculdade. O que na verdade não é algo positivo, já que só é mais uma vítima do assédio feito por ele. Mas sua carência por atenção a faz enxergar isso como uma demonstração de carinho. Bonnie está tão apaixonada a ponto de assassinar uma outra aluna, também vítima do professor, por ciumes.

Reprodução/Netflix
Na prisão, ela descobre que o professor foi assassinado, e quando sai, busca vingança por sua morte.

Ou seja, Bonnie é a “ex-namorada” do sujeito que James e Alyssa assassinaram no primeiro ano. A personagem é claramente inspirada na própria HQ que deu origem ao programa. Nas páginas, uma policial persegue os adolescentes; o problema é que a mulher era amiga do falecido e ambos participavam do mesmo culto/rede de psicopatas.



A SEGUNDA TEMPORADA NÃO SUPERA A PRIMEIRA

Alyssa parece ter encontrado um novo amor (Todd), mas com o retorno de James ela sente uma mix de emoções e embarca em uma nova série de erros ao lado do garoto. No fim do terceiro episódio, os caminhos da dupla se cruzam com o de Bonnie.

A partir dai, a trama cresce e prende com a curiosidade em saber como as coisas se resolverão. Em vários momentos somos remetidos aquela sensação de estranheza e aflição da primeira temporada, mesmo assim, a história é menos empolgante.

Reprodução/Netflix
Vemos um amadurecimento do roteiro, os personagens continuam afiados, principalmente James, com seu tic nervoso, mas falta os pontos de comédia dramática que tanto surpreenderam no primeiro enredo.

Mesmo assim, The End of The F***ing World continua sendo uma série singular, com bons personagens e uma história que vale a pena ser assistida.

Aparentemente, a segunda temporada encerra sem deixar expectativas para um terceiro ano, entretanto, o retorno de James e Alyssa continua sendo bem vindo pelo público.

A segunda temporada de The End of the F***ing World já está disponível na Netflix.

A Netflix estreou na última sexta-feira (18), sua nova produção de terror, Eli. A história do filme é baseada em roteiro de David Chirchirillo, escrito em 2015 sob o mesmo nome, com revisões de Ian Goldberg e Richard Niang.

Eli/Reprodução Netflix


A trama, rodeada de grandes mistérios, acompanha o protagonista Eli, um adolescente que está sob tratamento para sua rara doença imunológica em uma clínica secreta, lugar este encontrado por seus pais como uma última esperança. Só que a clínica acaba se tornando uma prisão assombrada.

Apesar do ritmo lento, o filme consegue prender desde o inicio, envolvendo na grave doença do menino que o impede de manter contato com o mundo exterior, ele basicamente vive isolado dentro de uma "cabaninha" fechada dentro de sua casa.

Reprodução Netflix
A premissa não chega ser original, afinal, a doença do “menino bolha” já foi vista e explorada em vários gêneros. O que surpreende em ‘Eli’ é essa questão do tratamento médico, a necessidade que os pais têm de “buscar a cura” para ter “o filho normal”.



O filme peca em alguns momentos, ao tentar forçar um clima assustador e manter o segredo sobre o tratamento e a condição de Eli. Mas aos pouco a trama cresce e novamente você é envolvido em uma sombria história de terror.

A jovem Sadie Sink (Max de Stranger Things) também aparece na produção como uma personagem tímida, com pouca importância no ínico, mas cheia de mistério e que cresce no final, assim como a trama principal.

Reprodução Netflix
Enfim, o filme consegue se equilibrar entre o mistério central de sua trama e os sustos aplicados, que até remetem a outros filmes de terror sobrenatural, como Invocação do Mal, por exemplo.

Sem dúvida, Eli pode surpreender e agradar ao grande público. Vale a pena assistir.